A primeira vez em que tive acesso a esta história foi
através da minha querida professora Neuracy no Ensino Médio. E a partir de
então, a narrativa fílmica marcou minha vida.
Podendo rever nos dias de hoje e repensar acerca da
saga real desta mãe, percebo a força que há em cada mãe para proporcionar o
melhor para seus filhos.
A história da personagem Betty não é diferente de
tantas outras mulheres. Uma dona de casa americana casada com o médico iraniano
Moody, os quais juntos tem a filha Mahtob.
Muitas são as mulheres que conhecem e se casam com
estrangeiros. Atualmente, com o advento da internet isto está se tornando cada
vez mais comum. Conheço pessoas queridas nesta situação, com as quais
infelizmente perdi o contato após mudarem de país. Existem muitas histórias de
sucesso quando se trata de casamentos assim, mas existem muitos fatores a serem
considerados. Infelizmente este não foi o caso da nossa protagonista.
A família de Betty leva uma vida tranquila e
aparentemente cômoda nos Estados Unidos, até que o marido manifesta sua vontade
de ir ao Irã para visitar os parentes, e junto quer levar a filha e a esposa
para que conheçam a família paterna e ali fiquem por apenas duas semanas.
Devido ao fato de conviverem bem, a esposa acaba
cedendo a ele, mesmo se mostrando muito apreensiva.
Nesta época, o cenário no Irã está conturbado e é nítida a imposição de severas leis na constituição do país fundamentadas no radicalismo islâmico. Preocupada com a segurança da filha e a própria, Betty deseja retornar o mais breve possível, mas a situação é bem diferente daquela vivida em seu pais.
Ao chegar em Teerã, Betty percebe que a família do marido não nutre muita simpatia por ela, devido ao fato de ser estrangeira. Além disto, descobre que ali, ainda que não seja muçulmana, por ser mulher todas as leis do Islã se aplicam a ela. Assim que coloca os pés no país é forçada a mudar seu modo de se vestir de maneira brusca.
Nesta época, o cenário no Irã está conturbado e é nítida a imposição de severas leis na constituição do país fundamentadas no radicalismo islâmico. Preocupada com a segurança da filha e a própria, Betty deseja retornar o mais breve possível, mas a situação é bem diferente daquela vivida em seu pais.
Ao chegar em Teerã, Betty percebe que a família do marido não nutre muita simpatia por ela, devido ao fato de ser estrangeira. Além disto, descobre que ali, ainda que não seja muçulmana, por ser mulher todas as leis do Islã se aplicam a ela. Assim que coloca os pés no país é forçada a mudar seu modo de se vestir de maneira brusca.
Com
o passar dos dias, percebe a mudança na personalidade do marido, que
rapidamente começa a agir exatamente igual aos demais membros da família, sendo
inclusive agressivo com ela.
A pior notícia recebida é saber que eles não irão mais
voltar ao país de origem de Betty. Ela está então presa ao marido, à família
dele e fica inclusive enclausurada dentro de uma casa por tentar fugir daquela
situação.
Os
sentimentos de Betty vão desde uma tristeza profunda até a resiliencia. Mesmo
diante das situações tão desanimadoras, ela não deixa de buscar uma saída.
A
todo o momento pensei que iria acontece algo terrível, mas o final da história
é surpreendente.
Este
é um excelente filme, que nos mostra um pequeno retrato da sociedade islâmica,
a situação da mulher nestes países, o amor e a sabedoria de uma mãe em relação
a sua filha.
Uma
reflexão importante fica para nós mulheres que temos a missão de escolher os
homens com os quais formaremos uma família, os pais de nossos filhos, se assim
quisermos tê-los.
Especialmente no caso de estrangeiros, cujas leis são
diferentes das nossas, precisamos ter muita cautela e sabedoria.
Que Deus oriente a todas as mães em situações
semelhantes a esta.

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Sua participação é muito importante!Deixe seu comentário!